Formação Vicentina
Postado: Quinta-feira, 03 de Fevereiro de 2011 | 08h51min
Autor(a): Cfd. Donizetti Luiz
Formação Vicentina
O QUE É SER VICENTINO

A vocação vicentina não se limita apenas ao serviço aos materialmente pobre ou espiritual, moral e religiosamente pobres. Também abrange o cultivo da fraternidade, da justiça e do espírito de pobreza como viveram o patrono da Sociedade Vicentina, São Vicente de Paulo, e seu principal fundador, beato Frederico Ozanam.

Ser vicentino é antes de tudo uma graça de Deus que tanto nos ama. É a resposta positiva e corajosa ao chamado da consciência iluminada pelo Espírito de Amor.

Ser vicentino é traduzir em atos a vivência de nossa fé cristã. É a resposta ao desejo íntimo de participar diretamente do serviço ao pobre.

Ser vicentino significa dar um pontapé na solidão; esquecer da idade cronológica e dos pequenos problemas que a todos acompanham, para engajar-se num movimento leigo sério e responsável, vinculado à Igreja Católica, para ser útil aos semelhantes.

Ser vicentino é responder, tanto quanto permitem as fraquezas humanas, à vocação caritativa e apostólica, dando testemunho de nossa fé através do amor aos que sofrem e carregam pesada cruz.

Ser vicentino significa dar sentido à vida, mantendo sempre o espírito jovem. As rugas que marcam o rosto nem sempre indicam velhice. Velho é aquele que deixa enrugar o coração, isto é, perde a razão de viver.

Ser vicentino é trilhar o caminho da santidade e, pela prática da caridade, aproximar-se cada vez mais de Deus.

Ser vicentino é dar-se a oportunidade de abrir os ouvidos ao clamor dos abandonados, soltar a língua para anunciar a palavra que salva. É participar do ideal de Ozanam, qual seja: “...reunir o mundo inteiro numa grande rede de caridade”.

Ser vicentino é viver mais feliz porque cresce na fé e transforma o mundo através das boas obras.

Ser vicentino também é estar disposto a ouvir a voz de Deus nas pessoas.

Ser vicentino significa colocar os talentos a serviço do bem.

Ser vicentino significa reconhecer que os pobres têm sentimentos e dignidade, merecendo ser valorizados e respeitados.

Ser vicentino significa estar em disponibilidade para o contato pessoal com os que de nós necessitam. Esses contatos não exigem dinheiro, mas uma fração do nosso tempo que quase não teríamos, pára ajuda moral e espiritual. “Aqui está o essencial de nossa vocação vicentina”.

Ser vicentino significa ser agente de transformação da sociedade numa dimensão espiritual; significa visitar Deus no pobre.

(Texto extraído do Livro: Ozanam, modelo de apóstolo leigo, de Roque Gelati)
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